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Aécio Neves apoia decisão da Anvisa sobre Sputnik V

O deputado espera agora que as documentações que faltam sejam entregues à Anvisa, para que, uma vez analisadas e aprovadas, o Brasil possa ter aces...

05/05/2021 11h31
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Por: Redação Fonte: Agência Câmara de Notícias
Neves: esclarecimentos da Anvisa foram
Neves: esclarecimentos da Anvisa foram "absolutamente razoáveis em relação à decisão - (Foto: Gustavo Sales/Câmara dos Deputados)

O presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, deputado Aécio Neves (PSDB-MG), informou aos integrantes do colegiado nesta quarta-feira (5) que se reuniu com o embaixador da Rússia no Brasil, Alexey Labetskiy, e manifestou a ele sua preocupação com a reação do Fundo Russo de Investimento Direto após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter proibido a importação da vacina Sputnik V. Representantes do fundo haviam declarado que a decisão era de natureza política, e não com base na ciência.

Aécio Neves disse que também se encontrou com o diretor-geral da Anvisa, Antonio Barra Torres, para falar sobre o assunto. "De forma extremamente técnica e aprofundada, ele prestou esclarecimentos que me pareceram absolutamente razoáveis em relação à decisão", relatou. "No momento atual, o que se espera é que as documentações faltantes restantes possam chegar à Anvisa, para que, uma vez analisadas e aprovadas, o Brasil possa ter acesso a mais esta vacina", defendeu.

O presidente da comissão falou ainda aos parlamentares que conversou com autoridades de outros governos com o objetivo de ampliar o acesso à vacinação contra a Covid-19. "Nosso esforço é contribuir para que alguns obstáculos com países fornecedores de vacinas e insumos possam ser superados", afirmou.

Por fim, Neves declarou que recentemente teve um encontro com o ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, para falar sobre as relações diplomáticas. "Reconheço seu esforço de resgatar em parte as melhores tradições de nossa diplomacia externa, no que diz respeito a nossa independência aos demais países, ao não alinhamento automático a quem quer que seja, à não submissão do Brasil a qualquer preconceito de ordem ideológica. Restaura a diplomacia pragmática, que busca defender os interesses de nosso País", concluiu o deputado.

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