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Consumo e interesse por novas formas de preparo do café em casa aumentaram durante a pandemia

O maior volume vem de Minas Gerais, estado que responde por cerca da metade da produção nacional.

01/10/2020 08h46
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Por: Redação
Consumo e interesse por novas formas de preparo do café em casa aumentaram durante a pandemia

Uma das bebidas mais tradicionais do Brasil, o interesse pelos métodos de preparo do café cresceu durante a pandemia.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café, a Abic, o cafezinho perde apenas para a água e está presente em 97 por cento dos lares, em todo o País.

O presidente da entidade, Ricardo Silveira, disse em entrevista ao G1 que, com o isolamento social, a busca pelo produto aumentou ainda mais.

Em março, a compra da bebida teve alta de 35 por cento na comparação com fevereiro, puxada pelo consumo em casa.

O volume se estabilizou nos meses seguintes e mesmo com a reabertura do comércio, muita gente ainda não voltou a frequentar as cafeterias.

Empresários do setor perceberam aumento das compras online por pessoas interessadas em aprender novos métodos para fazer café em casa.

Ao mesmo tempo, mais consumidores passaram a buscar acessórios para o preparo da bebida, como coadores, filtros e moedores.

O aroma e o sabor podem mudar de acordo com a forma de torrar os grãos, o amadurecimento das sementes e a variedade da planta, sendo que as principais são o café arábica e o robusta.

Especialistas do setor afirmam que quanto mais maduros os frutos, mais especial é a produção do café, que geralmente tem uma torra mais clara.

Já as versões extra forte e tradicional são uma mistura de sementes maduras com as que ainda não amadureceram, o que confere um sabor mais amargo ao produto.

O clima também tem favorecido as plantações e a colheita e a estimativa do IBGE é que a produção nacional de café alcance 59 milhões de sacas de 60 quilos em 2020.

Um aumento de 18 vírgula dois por cento em relação à temporada anterior.

O maior volume vem de Minas Gerais, estado que responde por cerca da metade da produção nacional.

Em seguida, na lista de maiores produtores da Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, aparecem o Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Rondônia e Paraná.

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